E A SEGURANÇA DO CIDADÃO,PAGADOR DE IMPOSTOS, ONDE ESTÁ?

E A SEGURANÇA DO CIDADÃO,PAGADOR DE IMPOSTOS, ONDE ESTÁ?
Pagando para ser protegido e tendo que enfrentar os bandidos!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Na caça do assassino do radialista em Goiânia


Policia goiana tem imagens dos assassinos do radialista assassinado covardemente na frente da emissora em que trabalhava.

A Polícia Civil de Goiás está analisando as imagens feitas por câmeras de segurança para tentar identificar o assassino do cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira, de 49 anos, morto a tiros na tarde de ontem (5), no momento em que deixava a emissora Rádio Jornal, em Goiânia.
De acordo com o delegado adjunto da Delegacia de Homicídios, Carlos Caetano Júnior, a polícia trabalha com a hipótese de morte encomendada. Seis tiros foram disparados contra o carro de Oliveira, sendo que quatro atingiram o tórax da vítima. “A polícia civil está trabalhando com [a hipótese] de execução. Com possibilidade de ele ter sido a mando de alguém. Estamos ouvindo testemunhas e parentes e procurando imagens. O local [onde o jornalista foi morto] é de alta concentração urbana”, disse o delegado à Agência Brasil.


No momento do crime, as câmeras de segurança do prédio da emissora estavam desligadas. A perícia está analisando as imagens feitas por câmeras de monitoramento das residências e de estabelecimentos comerciais próximos ao edifício da emissora. Testemunhas disseram aos policiais que o homem que fez os disparos fugiu em uma moto.
Segundo Carlos Caetano, Valério era um jornalista esportivo que tinha opiniões muito fortes. “Ele era um jornalista esportivo, mas era muito duro em algumas opiniões. Não media palavras. Era muito amado e muito odiado”. O corpo do jornalista foi velado na manhã de hoje (6), no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. O sepultamento ocorreu às 11h.

Jornal de Brasília




REFLEXOS EM BRASÍLIA;



Goiás 247 – Há duas semanas, o juiz Paulo Augusto Moreira Lima pediu para deixar o caso do bicheiro Carlos Cachoeira. O motivo: medo. Nesta quinta-feira, o jornalista Valério Luiz foi assassinado à luz do dia, em Goiânia, deixando seu local de trabalho, com sete tiros à queima-roupa. Nesta manhã, foi preso o cunhado do bicheiro Carlos Cachoeira, Adriano Aprígio, porque ele vinha ameaçando a procuradora Léa Batista, responsável pelo caso. São três fatos em sequência, que expõem o “faroeste caboclo” do estado de Goiás. Diante do quadro, ou o secretário de Segurança, João Furtado Neto, toma providências enérgicas, ou terá sua liderança questionada pela própria sociedade goiana.
Na capital, a população está chocada com o caso do radialista. A execução de Valério Luiz à luz do dia num bairro nobre de Goiânia é uma triste crônica da fragilidade do sistema de segurança pública em Goiás. Um motociclista se aproxima calmamente do carro onde está o radialista e faz um disparo. Ele para a moto. Desce. Contorna o automóvel. E efetua outros cinco tiros. Sobe na moto e vai embora calmamente, pela contramão, sem qualquer temor, sem ser importunado. Como quem compra um pão. Resumo: os bandidos perderam o medo. Os órgãos de segurança em Goiás, comandados pelo secretário  João Furtado, precisam reagir. E rápido.
Goiás tem ocupado sistematicamente as manchetes nacionais com tristes notícias relacionadas à violência e à corrupção. Isso pode, em parte, explicar a ousadia dos marginais. A Operação Monte Carlo revelou que o crime organizado mantinha relações profundas com o senador Demóstenes Torres, que deverá ser cassado na próxima semana.  A Operação Trem Pagador, que prendeu José Francisco das Neves, o Juquinha, sorrindo, é outraa evidência de que, para alguns, o crime compensa.
Que imagem da instituição o criminoso constrói ao assistir pela TV um juiz federal pedir para deixar a investigação mais importante do País por ter sua vida e a de sua família ameaçada? Ou uma procuradora da República receber e-mails que a qualificam de “vadia”? A fraqueza da segurança pública em Goiás dá ao bandido o exemplo da leniência, da tolerância, da impunidade.
Mapa da Violência
Os índices de criminalidade apontam uma situação preocupante. A taxa de homicídios subiu 45% em dez anos. É o que mostra o Mapa da Violência 2012 do Instituto Sangari. No Estado a taxa de homicídios subiu de 20,2 em 2000 para 29,4 em 2010 a caea grupo de 100 mil habitantes. No país o movimento é contrário, recuou de 26,7 para 26,2 homicídios.
Entre 2000 e 2010, foram registrados no Estado 15.620 homicídios, 27.625 deles na Região Metropolitana de Goiânia, na qual o índice pulou em dez anos de 25,3 homicídios para 100 mil para 33,3 homicídios para 100 mil habitantes. A capital subiu três posições e agora é a 15ª mais violenta do país.
No Entorno de Brasília a situação é crítica. A cidade de Águas Lindas de Goiás foi considerada a mais violenta do Estado, com 61,7 homicídios por 100 mil habitantes, seguida por Cristalina (59), Valparaíso de Goiás (54,9), Novo Gama (54,8), Santo Antônio do Descoberto (54,5), Luziânia (52,5), Cidade Ocidental (49,1) e Planaltina (47,7), todas na região do Entorno. As cidades também figuram na lista das 200 com mais homicídios proporcionais em todo o país.
Nos últimos dez anos, a taxa de homicídios subiu de 13,1 em 100 mil habitantes para 18,1 no interior do Estado. Os aumentos mais significativos da década aconteceram em cidades de 100 a 200 mil habitantes, nas quais se enquadram alguns dos municípios do Entorno.
Por ironia, a publicação dos números coincidiu com a divulgação, pela Secretaria de Segurança Pública, do planejamento estratégico para reduzir a criminalidade no Estado. O plano, lançado em novembro do ano passado, projetava uma redução de 20% nos números da violência. De lá para cá, porém, não só a sensação de impunidade cresceu assustadoramente como também os números de crimes associados ao tráfico de drogas, homicídios e roubos de veículos. Atualmente são roubados cerca de 40 veículos por dia em Goiânia. Os números de homicídios batem recordes sucessivos.
Goiás vive uma situação de violência endêmica inaceitável e que revolta a sociedade. A pressão sobre as autoridades chegou ao limite com o assassinato de Valério. Espera-se uma resposta dura e rápida. Já passa da hora do secretário Furtado bater a mão na mesa. Antes que a tomem dele.



Do site 247










sábado, 7 de julho de 2012

Ex-modelo do programa do Ratinho, foi assassinada pelo marido



A modelo Babila Teixeira Marques, 24 anos, foi assassinada a facadas na madrugada de quinta-feira pelo marido, Bruno César Augusto Ribeiro, 30 anos, na casa onde eles moravam, na região do Jabaquara, em São Paulo.
De acordo com a polícia, depois de matar a mulher, Bruno tentou suicídio. A modelo, que já foi miss Primavera São Bernardo, trabalhou por um tempo fazendo a dramatização dos testes de DNA exibidos no Programa do Ratinho, no SBT.
O fato chegou ao conhecimento das autoridades policiais por acaso. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil paulista, o irmão do acusado chegou em casa na madrugada de quinta-feira e encontrou a modelo morta e Bruno ferido com um corte no pescoço. Ele chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quando a ambulância estava em deslocamento para a residência, policiais que faziam o patrulhamento na região seguiram o veículo e, assim, chegaram ao local do crime.
Bruno foi preso e levado para o Hospital Municipal Arthur Ribeiro Saboya, na mesma região. De acordo com a assessoria do hospital, o estado dele é grave. Os pais da modelo disseram à polícia que esperavam que algo dessa natureza pudesse acontecer porque o casal brigava muito.
Bruno César Augusto Ribeiro responderá por homicídio qualificado e violência doméstica. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de Defesa da Mulher

HUNGRIA REBAIXA IDADE PENAL PARA 12 ANOS EM CASOS DE CRIMES GRAVES: Escritório local da Unicef disse que legislação viola Acordo de Direitos de Menores da ONU'.


BUDAPESTE - O Parlamento húngaro aprovou uma reforma do código penal que rebaixa a idade penal de 14 para 12 anos em casos de crimes contra a vida e a integridade física.


A nova legislação contempla que as crianças a partir de 12 anos poderão ser condenados com um máximo de quatro anos de internamento em centros específicos para menores.


Nova lei também protege símbolos nacionais.

A nova legislação, que foi aprovada na noite desta segunda-feira, 26, com os votos dos deputados do conservador Fidesz, o partido governista, entrará em vigor a partir de 2013, informou a imprensa local nesta terça-feira, 26.
O escritório local da Unicef, por sua vez, reprovou essa decisão do parlamento húngaro. Em comunicado, a organização aponta que com esta legislação a Hungria "viola gravemente o Acordo de Direitos de Menores da ONU".
Diferentes organizações civis também protestaram contra a aprovação dessa lei. O principal argumento usado pelos que não apoiam a redução da idade penal é que as crianças envolvidas neste tipo de crime, geralmente, também são vítimas da falta de estrutura familiar.
Desta forma, os coletivos contrários a redução penal na Hungria, além da anulação desta medida, também cobram do Executivo mais medidas disciplinares e de ajuda.
A nova legislação contempla que as crianças a partir de 12 anos poderão ser condenados com um máximo de quatro anos de internamento em centros específicos para menores.
O novo código penal também endurece a lei contra injúrias aos símbolos nacionais, como a chamada "Santa Coroa", que foi usada pelos reis húngaros e que ainda hoje é considerada um símbolo da história da Hungria pela direita e pelos nacionalistas, apesar do país ter se tornado uma república desde 1918.
Essa modificação, que se une à proteção que o código oferece ao hino, a bandeira e o escudo nacionais, foi proposta pelo partido ultranacionalista Jobbik e respaldada pelo Fidesz.

Folha de São Paulo



quinta-feira, 5 de julho de 2012

E CONTINUA A IMORALIDADE!



IMORALIDADE VITALÍCIA: DEPOIS DOS EX-GOVERNADORES, OS EX-SENADORES: Senado dará aposentadoria integral a quem nem findou mandato. Jader ficha suja é um deles.
Jader Barbalho (foto) do PMDB-PA, nem chegou a completar seu mandato como senador, mas conseguiu aposentadoria de R$ 19.240 por ter passado pela Casa de 1995 a 2001. Ato da diretoria-geral publicado ontem no boletim administrativo informa que desde 1º de fevereiro, Jader é o mais novo aposentado do Senado Federal. 




O peemedebista conquistou benefício no valor de 72% do subsídio total de R$ 26.723 após pedido de averbação do tempo de contribuição de Jader “com respectivo recolhimento das contribuições própria e patronal ao Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC).” De 2003 a 2010, o paraense alega que passou 2.791 dias trabalhando na Câmara, como deputado. Em 2001, o ex-senador renunciou ao mandato de senador para escapar de processo do Conselho de Ética da Casa.

Jader foi o segundo senador mais votado nas eleições paraenses do ano passado, mas teve a candidatura questionada porque se enquadrou nos critérios da Lei da Ficha Limpa. Antes de terminar o mandato na Câmara, em 2010, o peemedebista renunciou novamente e deixou o cargo nas mãos da suplente Ann Pontes.

Apesar de as regras para aposentadorias nas Casas serem similares, o plano de saúde do Senado é considerado generoso e concede, inclusive, cota de R$ 32 mil anuais para ex-senadores receberem a título de ressarcimento por consultas médicas realizadas em instituições não credenciadas.

Jader não foi o único contemplado com a aposentadoria este ano, no Senado. Parlamentares que não alcançaram a reeleição deram entrada ao pedido de contagem de tempo para receberem o benefício e receberão em 2011 aposentadoria com o mesmo valor do subsídio parlamentar, reajustado em 61,8%. O ex-senador Marco Maciel (DEM-PE) foi contemplado com aposentadoria no valor de 24.432,58, pois ainda faltavam três anos para que o ex-parlamentar e ex-vice-presidente da República recebesse o valor integral de R$ 26.723.

Gerson Camata (PMDB-ES) deixou a Casa na legislatura passada e foi aposentado com o subsídio integral. Desde 1º de fevereiro, entrou para a folha de pagamento dos ex-senadores, com o benefício de R$ 26.723. Derrotado nas eleições de 2010, Cesar Borges (PR-BA) também ganhou aposentaria. O ex-senador baiano foi contemplado com benefício proporcional de R$ 11.452,77 pelos oito anos de mandato na última legislatura no Senado.

Dos sonhos
O Plano de Seguridade Social dos Congressistas exige que o parlamentar contribua por 35 anos para alcançar o valor integral do benefício, equivalente ao subsídio pago aos deputados e senadores em atividade. Só que, para inteirar os 35 anos, outras contribuições recolhidas pelos parlamentares (de qualquer valor) em outros empregos podem ser adicionadas à contagem. Na ativa, os parlamentares que aderem ao plano têm descontados 11% do subsídio que recebem. Apesar de terem contribuído com menos de R$ 2 mil, pelo valor calculado na última legislatura (de R$ 16 mil), os ex-parlamentares que se aposentam agora receberão mais de R$ 26 mil mensais (valor definido pelo recente reajuste).

Se estivessem vinculados a um plano de previdência privada comum, os ex-senadores precisariam contribuir 30 anos com cerca de R$ 5 mil mensais para alcançarem benefício similar. O Correio entrou em contato com os ex-senadores para ouvi-los sobre a aposentadoria, mas as assessorias não deram retorno até o fechamento desta edição.

Regalia antiga
Antes da criação do Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), a aposentadoria dos parlamentares era regida por regras do Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC), extinto por lei de 1997, e que era ainda mais generoso com os parlamentares. Deputados e senadores aposentados pelo IPC eram contemplados com benefício integral ao vencimento dos parlamentares da ativa, mesmo se tivessem atuado por oito anos no Congresso.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Grandes criminosos e "Serial-Killers" da História da Humanidade: O genocídio dos Armênios: Esqueceram de contar ao mundo!


Genocídio armênio, (em armênio transl. Hayots tseghaspanut'iun), holocausto armênio ou ainda o massacre dos armênios é como é chamada a matança e deportação forçada de centenas de milhares ou até mais de um milhão de pessoas de origem armênia que viviam no Império Otomano, com a intenção de exterminar sua presença cultural, sua vida econômica e seu ambiente familiar, durante o governo dos chamados Jovens Turcos, de 1915 a 1917.

Caracterizou-se pela sua brutalidade nos massacres e pela utilização de marchas forçadas com deportações, que geralmente levava a morte a muitos dos deportados. Outros grupos étnicos também foram massacrados pelo Império Otomano durante esse período, entre eles os assírios e os gregos de Ponto.

Alguns historiadores consideram que esses atos são parte da mesma política de extermínio.

Está firmemente estabelecido que foi um genocídio, e há evidências do plano organizado e intentado de eliminar sistematicamente os armênios.

É o segundo mais estudado evento desse tipo, depois do Holocausto dos judeus na Segunda Guerra Mundial. Vários estudiosos afirmam que, em 1939 nas vésperas da invasão da Polônia, Hitler teria pronunciado a seguinte frase:

“Afinal quem fala hoje do extermínio dos armênios?”

Adota-se a data de 24 de abril de 1915 como início do massacre, por ser a data em que dezenas de lideranças armênias foram presas e massacradas em Istambul.

O governo turco atual rejeita o termo genocídio organizado e que as mortes tenham sido intencionais.

Quase cem anos depois, ainda persiste a polêmica.
Antecedentes

Desde o século XV, os armênios estavam sob o domínio do Império Otomano. Durante o domínio do Império Otomano, a ideia de independência começou a ganhar força entre os armênios. Com isso, o Império começou, em 1909, com um massacre que matou 20 mil armênios. Além disso, durante a Primeira Guerra Mundial, o Império Otomano estava recrutando soldados para a guerra. Muitas minorias étnicas eram contra o recrutamento, inclusive os próprios armênios. Com isso, em abril de 1915, o governo turco reuniu 250 líderes da comunidade armênia no império, sendo que alguns foram deportados e outros executados.
Cenário

Embora as reformas de 8 de fevereiro de 1914 não satisfizessem as exigências do povo armênio, pelo menos abriam o caminho para realizar o ideal pelo que havia lutado durante gerações, com sacrifício de inúmeros mártires.

"Uma Armênia autônoma dentro das fronteiras do Império Otomano", era o anseio do povo armênio. Um mês mais tarde, em 28 de julho, começava a Primeira Guerra Mundial.

Esse conflito teve resultado trágico, pois deu oportunidade ao movimento político dos Jovens Turcos de realizar seu premeditado projeto de aniquilação do povo armênio.

Na noite de 24 de abril de 1915 foram aprisionados em Constantinopla mais de seiscentos intelectuais, políticos, escritores, religiosos e profissionais armênios, que foram levados a força ao interior do país e selvagemente assassinados.

Depois de privar o povo de seus dirigentes, começou a deportação e o massacre dos armênios que habitavam os territórios asiáticos do Império.

Mewlazada Rifar, membro do Comitê de União e Progresso, em seu livro Bastidores obscuros da Revolução Turca, disse:
"Em princípios de 1915 o Comitê de União e Progresso, em sessão secreta presidida por Talat, decide o extermínio dos armênios. Participaram da reunião Talat, Enver, o Dr. Behaeddin Shakir, Kara Kemal, o Dr. Nazim Shavid, Hassan Fehmi e Agha Oghlu Amed.

Designou-se uma comissão executora do programa de extermínio integrada pelo Dr. Nazim, o Ministro da Educação Shukri e o Dr. Behaeddin Shakir. Esta comissão resolveu libertar da prisão os 12.000 criminosos que cumpriam diversas condenações e aos quais se encarregava o massacre dos armênios."
 — Mewlazada Rifar.



O Dr. Nazim Bei escreveu:

"Se não existissem os armênios, com uma só indicação do Comitê de União e Progresso poderíamos colocar a Turquia no caminho requerido. O Comitê decidiu liberar a pátria desta raça maldita e assumir ante a história otomana a responsabilidade que este fato implica. Resolver exterminar todos os armênios residentes na Turquia, sem deixar um só deles vivo; nesse sentido, foram outorgados amplos poderes ao governo. — Nazim Bei

A cidade de Alepo caiu na mão dos britânicos e foram encontrados muitos documentos que confirmavam que o extermínio dos armênios teria sido organizado pelos turcos. Um destes documentos é um telegrama circular dirigido a todos os governadores:

"À Prefeitura de Alepo: Já foi comunicado que o governo decidiu exterminar totalmente os armênios habitantes da Turquia. Os que se opuserem a esta ordem não poderão pertencer então à administração. Sem considerações pelas mulheres, as crianças e os enfermos, por mais trágicos que possam ser os meios de extermínio, sem executar os sentimentos da consequência, é necessário por fim à sua existência. 13 de setembro de 1915. — O ministro do Interior, Talat.

Testemunhos




Em geral, as caravanas de armênios deportados não chegavam muito longe. À medida que avançavam, seu número diminuía com consequência da ação dos fuzis, dos sabres, da fome e do esgotamento... Os mais repulsivos instintos animais eram despertados nos soldados por essas desgraçadas criaturas. Torturavam e matavam. Se alguns chegavam a Mesopotâmia, eram abandonados sem defesa, sem víveres, em lugares pantanosos do deserto: o calor, a umidade e as enfermidades acabavam, sem dúvida, com a vida deles. — René Pineau

Uma viajante alemã escutou o seguinte de uma armênia, em uma das estações do padecimento de um grupo de montanheses armênios:

“Por que não nos matam logo? De dia não temos água e nossos filhos choram de sede; e pela noite os maometanos vêm a nossos leitos e roubam roupas nossas, violam nossas filhas e mulheres. Quando já não podemos mais caminhar, os soldados nos espancam. Para não serem violentadas, as mulheres se lançam à água, muitas abraçando a crianças de peito.”

O governo cometeria ainda outra vileza: a maioria dos jovens armênios mobilizados ao começar a guerra não foram enviados à frente, mas integraram brigadas para construção de caminhos. Ao terminar o trabalho todos eles foram fuzilados por soldados turcos.

Jacques de Morgan assim se refere às deportações, aos massacres e aos sofrimento padecidos pelos armênios:
Não há no mundo um idioma tão rico, tão colorido, que possa descrever os horrores armênios, para expressar os padecimentos físicos e morais de tão inocentes mártires. Os sobreviventes dos terríveis massacres, todos testemunhas da morte seus entes queridos, foram concentrados em determinados lugares e submetidos a torturas indescritíveis e a humilhações que os faziam preferir a morte. — Jacques de Morgan

O povo armênio não desapareceu quando estava nos desertos da Mesopotâmia: as mães armênias ensinavam a ler aos seus filhos desenhando as letras do alfabeto armênio na areia.

A Resistência de Van foi um dos raros casos em que os armênios conseguiram defender-se das forças turcas.

Consequências



Acredita-se que cerca de 1,5 milhão de armênios foram mortos durante o que ficou conhecido como Genocídio Armênio.

Dentre eles, vários morreram assassinados por tropas turcas, em campos de concentração, queimados, enforcados e até mesmo jogados amarrados ao Rio Eufrates, mas a maior parte dos armênios morreu por inanição, ou seja, falta de água e alimento.

Os sobreviventes do genocídio saíram do Império Otomano e instalaram-se em diversos países. Esse fato é chamado de diáspora armênia. É estimado que a diáspora armênia contou com mais de oito milhões de armênios.

O número de armênios no Brasil, conforme estimativas, chega a 25 mil, residindo em sua maioria em São Paulo.
Reconhecimento do genocídio

Diversos países e organizações reconhecem o genocídio armênio. Os países que atualmente reconhecem o genocídio armênio são: Alemanha, Argentina, Armênia, Bélgica, Chile, Chipre, Canadá, Eslováquia, França, Grécia, Holanda, Itália, Líbano, Lituânia, Polónia, Rússia, Suíça, Suécia, Uruguai, Vaticano e a Venezuela.

Existem também organizações internacionais que reconhecem o genocídio armênio, como o Conselho Mundial das Igrejas, Conselho da Europa, Parlamento do Mercosul, Sub-Comissão das Nações Unidas para a Prevenção da Discriminação e Proteção das Minorias, Associação Internacional dos Estudiosos do Genocídio, Tribunal Permanente dos Povos, Parlamento Curdo no Exílio e o Parlamento Europeu.

A Turquia atualmente não reconhece o genocídio armênio. Ela diz que os armênios passaram por uma terrível mortalidade e que na verdade agiu para defender a soberania nacional. A Turquia também alega que o número de mortes é exagerado. Ela diz que estudos demográficos dizem que antes da Primeira Guerra Mundial, viviam menos de 1,5 milhão de armênios em todo o Império Otomano. Conforme os historiadores, mais de 1,5 milhão de armênios foram mortos na Armênia Oriental. Por isso a Turquia acredita ser exagerado o número de armênios mortos.

Fonte: Blogs diversos-internet







Da série: Grandes criminosos e "serial-killers" da História da Humanidade.









Gilles de Rais não foi o primeiro serial killer. Mas é o primeiro serial killer famoso.

Sua fama é facilmente explicável. Na França do século XV, ele era simplesmente o homem mais rico do país – talvez, da Europa. Sua história, portanto, se alastrou rapidamente – mas há um prejuízo nisto: muito do que se diz sobre Gilles de Rais pode ser lenda.

Gilles de Montmorency-Laval nasceu em 1404, em uma família de nobres. Ficaria conhecido como Gilles de Rais (ou de Retz) porque se tornaria o barão desta localidade. Gilles de Rais também tinha o apelido de Barba Azul, porque tinha os pêlos faciais bastante escuros.








Atualmente, Barba Azul é o apelido dado a um homem que assassine, em série, suas namoradas ou esposas (frequentemente em busca de ganhos materiais). Um Barba Azul é a versão masculina da Viúva Negra, portanto. Mas Gilles de Rais matava crianças. Por que, então, seu apelido atualmente nomeia os assassinos de esposas? Porque, tempos após a morte de Gilles, foi escrita uma história fictícia, possivelmente baseada em lendas populares, nomeada exatamente Barba Azul, em que o personagem principal tinha este apelido. Na história quarta esposa de Barba Azul era proibida de entrar em uma sala. Quando conseguiu entrar, lá encontrou o corpo das três anteriores. Trata-se de um conto, do final do século XVII, do conhecido Charles Perrault – assustador, certamente, para um livro que foi escrito para o público infantil, mas que tem um final feliz após esta cena macabra…

Mas voltemos a Gilles de Rais…

Seus pais morreram quando ainda era muito jovem, e Gilles foi criado com o avô materno. Gilles lia muito e um dos seus ídolos era Calígula, impiedoso imperador romano – que, segundo dizem algumas fontes, matava por diversão.

Aos 14 anos, o avô de Gilles o proclamou cavalheiro.

No ano seguinte, Gilles fez sua primeira vítima.

Convidou um garoto para brincar de duelo – e o matou, com sua espada. Gilles era nobre e o garoto era pobre. Nada aconteceu a Gilles de Rais.

Aos 16 anos, Gilles casou-se com uma herdeira rica e da junção dos patrimônios viria a sua fortuna. O casal teria uma filha.

Gilles entrou para a carreira militar (por isto, às vezes é chamado também de O Marechal das Trevas). Na sua primeira batalha, Gilles não tinha completado nem 18 anos. Gilles lutaria, ainda, ao lado de Joana D’arc, contra invasores ingleses, na Guerra dos Cem Anos.

Fora os que mataria como serial killer, nestas batalhas provavelmente Gilles de Rais matou uma quantidade razoável de pessoas…

Gilles de Rais era tão importante que, ainda novo, quando Carlos VII foi ser coroado rei, Gilles foi um dos poucos a ter uma lugar de honra na cerimônia.

Mas logo Gilles de Rais se afastou da vida pública, ficando mais recluso em suas imensas fazendas, já separado de sua mulher.

Gilles começou a gastar sua fortuna, sem pudor, com toda sorte de extravagâncias, como a caríssima produção de uma peça teatral. Outro gasto do devoto Gilles foi com a construção de uma catedral! Gilles chegou a ser impedido, por sua família, de continuar a vender seus bens.

Mas Gilles de Rais, em seus castelos, também começou a se dedicar a atividades mais sombrias.
Gilles começou a matar. Suas vítimas eram crianças dos dois sexos, que, antes de serem mortas, eram molestadas e bastante agredidas. Às vezes eram dependuradas em ganchos, sodomizadas, retiradas, reconfortadas por Gilles, e então eram dependuradas novamente etc.
Algumas crianças, após mortas, tinhas as vísceras retiradas – e, sobre estas, Gilles se masturbava.
Uma das primeiras vítimas seria um belo garoto chamado Etienne Corrillaut, também conhecido como Poitou. Mas, antes de ser morto, um criado de Gilles sugeriu que ele fosse poupado e transformado em pajem, isto é, um auxiliar para serviços gerais. Poitou acabaria por se juntar a Gilles em suas práticas homicidas, mais tarde.

O sadismo de Gilles de Rais, em algum momento, misturou-se com o desejo de recuperar sua riqueza, e então ele enveredou na magia negra. No final da década de 1430, Gilles de Rais e um padre italiano começaram a praticar rituais em que o sangue de crianças era misturado a ferro e chumbo, na esperança de que daí nascesse ouro.
Em 1440, após um conflito com um padre, a Igreja começou a fazer várias acusações contra Gilles.

Gilles de Rais e alguns supostos cúmplices foram torturados – e “confessaram” inúmeros crimes.
Mas quantas crianças Gilles de Rais realmente matou, afinal? Umas 200 crianças, dizem as fontes mais otimistas. Outros acreditam que este número pode chegar a 800! Fato concreto é que, em uma torre, em uma de suas propriedades, foram encontrados restos desmembrados de 40 a 50 crianças.
Muitas crianças possivelmente tinham os restos queimados, por isto nunca foram encontradas.
Suas terras foram confiscadas pela Igreja.

Gilles de Rais e mais dois homens, incluindo Poitou, foram então condenados e enforcados, ainda em 1440 – Gilles tinha apenas 36 anos.
Após morto, seu corpo foi queimado.
ANÁLISE DO CASO
Um caso muito difícil de ser interpretado, por alguns motivos, como a distância histórica. Mas o maior complicador é que sua confissão pode não ter sido exatamente uma confissão, mas o que talvez foi obrigado a dizer aos torturadores católicos. Quantas crianças Gilles matou, então? A resposta menos incerta: “muitas”.
Por que Gilles matou estas crianças? Talvez seja uma pergunta mais interessante.

O sadismo, o prazer de matar, são explicações recorrentes quando falamos de um serial killer que age sozinho.

No caso dos que agem em conjunto, a explicação pode ser bem diferente. Parece correta a acusação de que Gilles não agia sozinho. No mínimo, existiram cúmplices ou auxiliares. Não há como termos certeza se sempre agiu em dupla, ou grupo, mas, aparentemente, boa parte do tempo foi assim. Qual era o objetivo do grupo comandado por Gilles?

Várias hipóteses já foram feitas. Uma, inclusive, inverte toda a história: o objetivo do grupo era puramente sádico e a história da Alquimia é que foi uma invenção de última hora, quando capturados, para tentar “justificar” os atos.

Outra tese, mais romântica, postula que Gilles teria se apaixonado por Joana D’arc e, após a morte desta, queimada, ele teria se deprimido – e que tudo isto tem ligação com o fato de ter se tornado um assassino de crianças…

Uma teoria acredita em um objetivo ritualístico, mas relacionado ao culto de Diana, um culto de fertilidade…

O que todas estas hipóteses têm em comum é o desprezo às explicações mais plausíveis.

Atentemos-nos aos fatos. O homem mais rico da França vê sua fortuna ir embora rapidamente, com seus caprichos. Estamos ainda numa época de pouca racionalidade, de muita crença em magia e feitiçaria, em fantasias como: “Se o sangue de crianças for misturado ao chumbo, o chumbo pode virar ouro.” O ex-mais-rico do país não desejaria recuperar sua fortuna? É claro que nem todos os decadentes fariam o que Gilles fez. Aqui, sim, entram fatores psicológicos importantes: a extrema frieza e até o sadismo. E de onde vieram tais características?

Analisando a vida de Gilles de Rais, encontramos alguns fatos importantes, como a morte precoce dos pais – mas, na Idade Média, vivia-se mesmo bem menos que atualmente, ou seja, isto era relativamente comum. O que mais temos de drástico na vida de Gilles até que mate o primeiro garoto, no duelo? Nada que seja conhecido.

O que é pouco lembrado, nas análises feitas sobre o caso, é que a própria infância, na época, era um período duro. Aliás, nem mesmo existia bem o conceito de infância. Tão logo podiam, as crianças eram colocadas para trabalhar, em fazendas ou oficinas. Ou treinadas para a vida nobre e militar, como o pequeno Gilles.

Além disto, havia também o clima de opressão e terror instaurado pela Igreja Católica.

Este era o clima em que Gilles nasceu e foi criado.

Mas de forma alguma isto é suficiente para tornar alguém um psicopata. Frio, bruto, talvez. Psicopata, não.

Talvez o fato mais marcante para a consolidação de sua frieza tenha sido as guerras que liderou.

Gilles era bravo, destemido, e, segundo se conta, enquanto alguns fugiam, no calor da batalha, ele mais nela mergulhava. A guerra é uma situação extremamente perturbadora para muitos dos que dela participam. Trauma de guerra é um diagnóstico epidêmico no durante e no depois das guerras, mesmo das modernas. E hoje matamos com armas de fogo, à distância. A pólvora só foi “domesticada”, em armas pequenas, séculos depois de Gilles. Na época de Gilles, portanto, a guerra era corpo a corpo. Isto é, era necessário matar, literalmente, com as próprias mãos.

Com o dia-a-dia da guerra, o sangue já frio de Gilles pode ter congelado de vez. Aprendeu a matar e não sentir nada. Acostumou-se a isto, talvez sentiu falta disto.

A isto somemos a desilusão matrimonial, a derrocada financeira, as crenças alquímicas e a “certeza” da impunidade (por ser poderoso) – e temos um psicopata pronto para matar.

SUGESTÃO: Livro: “O Marechal das Trevas: a verdadeira história do Barba Azul” – Juan Antonio Cebrián; editora Planeta.

Apesar do título, defende a teoria pouco aceita de que Gilles de Rais foi apaixonado por Joana D’arc e que isto tem alguma relação com seus crimes.

FONTE: 
O Serial Killer

No dia 19 de setembro, festa da Exaltação da Verdadeira Cruz, do ano da graça de 1440, tem começo um dos mais emblemáticos processos dos estertores da Idade Média. O acusado é Gilles de Rais, homem temente a Deus, primeiro barão da Bretanha, marechal de França, grande feudatário, companheiro de armas de Joana d’Arc em uma guerra libertadora.

Jean de Malestroit, bispo de Nantes, cita o marechal de França para que compareça a seu tribunal.

Formalmente, Gilles de Rais é acusado de crimes contra a fé: pactos demoníacos sob a alçada da heresia, sodomia de caráter sacrílego, violação de privilégios eclesiásticos. Há uma outra acusação, esta de caráter secundário: o rapto e assassinato de 140 crianças. (Estes são os termos do processo: historiadores falam de algo em torno a 600 vítimas).

No libelo de acusação, de 15 páginas e 49 artigos, os crimes só são arrolados no 27º item.

Gilles de Rais tem na época 34 anos. Dez dias antes de sua prisão, João V, duque da Bretanha fez, diante de um notário, a doação das terras, castelos e fortalezas de Gilles – após a sua morte – a seu filho, visto que ele próprio não podia herdar de um vassalo.
Antes do julgamento, Gilles já está condenado.

Cinco dias antes, Gilles recebera o pior castigo que pode golpear um católico: havia sido excomungado.

Aceita tranquilamente a ideia de morte, diz o historiador Claude Bertin. Mas não consegue suportar a expulsão da Igreja, ficar à margem de Deus.

Basicamente, o tribunal de Nantes o acusa de herege, reincidente, apóstata, evocador de demônios, de ter ofendido a Deus, de ter pecado contra os mandamentos do Decálogo, os ritos e observâncias da Santa Igreja e, por último, de ter praticado a sodomia com crianças antes de as matar e queimar. Gilles chora e pede perdão quando se sabe excomungado de sua Igreja. Quanto aos assassinatos, ele os confessa sem maiores remorsos:
“Não procurei senão o meu deleite carnal. Por que razão, nesta hora em que já estou desligado de tudo quanto é terrestre vos ocultaria que ao praticar sodomia, ao matar e reduzir a pó tantas belas crianças, não fiz mais do que procurar a alegria que me davam os seus corpos quentes primeiro, depois gelados entre meus braços?
Por que razão vos ocultaria eu que essa alegria se prolongava ainda quando, com as minhas mãos esquartejava, como animais no matadouro, aqueles que acabava de amar, que sentir o odor de sua carne queimada me lançava numa forma de desmaio?”

Suas vítimas são sempre crianças, de ambos os sexos:
“Eu os estrangulava. Quando eles desfaleciam, praticava neles o vício da sodomia. Quando estavam mortos, beijava nos lábios alguns dos rostos mais bonitos”.

Após uma extensa e minuciosa confissão de seus crimes, o marechal de França recebe um aceno de esperança do bispo de Nantes:
“Queres agora, abominando teus erros, tuas evocações e teus outros crimes, que te fizeram sair da fé católica, ser reincorporado na Igreja, tua Mãe, entregando-te de novo a ela?”

Gilles, de joelhos, mal consegue acreditar no que ouve. Chora e suspira. Ante tais demonstrações de arrependimento, os juízes eclesiásticos decidem readmitir na Igreja o marechal, restituindo-lhe todos os direitos que perdera com a heresia. Sempre de joelhos, Gilles pede humildemente a anulação de sua excomunhão. “Pelo amor de Deus”, Jean de Malestroit, o bispo de Nantes, absolve Gilles de todos seus crimes, reintegra o marechal na congregação dos fiéis católicos e o admite na participação dos sacramentos.

O trabalho do tribunal eclesiástico está encerrado: 
“Vai em paz, monsenhor de Rais. Daqui pela frente, a Igreja nada mais pode fazer por ti nem contra ti. Te abandona ao braço secular”.

Gilles escapou à excomunhão eterna, a mais terrível das penas espirituais para um católico. O braço secular – o tribunal civil – em sua complacência, após torturá-lo, o condena à forca e à fogueira. Mas Gilles já está confortado com a absolvição religiosa. A forca é o de menos. A morte o atrai mais do que o aterroriza – escreve Bertin – pois seu caráter exemplar lhe permitirá viver eternamente.

Boa parte da multidão que acompanha o processo pede misericórdia para Gilles de Rais. Dada sua condição de nobre, foi poupado da fogueira. Sua tumba foi profanada em 1793. No lugar de seu suplício, ergueu-se mais tarde um calvário, que logo se tornou ponto de peregrinação de mulheres grávidas, ou daquelas que, tendo parido, desejavam ter leite abundante. A cruz de granito que ornava o calvário desapareceu em 1744. Mas ainda no século passado, ali se cultuava a Boa Virgem de Cria-Leite.





FONTE: Pesquisa blogs diversos-Internet.

Mais um padre safadão pedófilo na tranca!


E OS PORCOS SAFADOS (E AINDA POR CIMA PADRES!) PEDÓFILOS CONTINUAM CAINDO EM CANA!






“PAU” NELES! Se é que me entendem...
Polícia prende padre acusado de abusar sexualmente de adolescentes
A polícia prendeu nesta terça-feira (3) o padre Anderson Risseto, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. Ele é suspeito de estupro de menores na Comunidade Advento, uma entidade clandestina que abriga mais de 20 adolescentes. Questionado pelo Jornal Nacional, ele disse que não quer se manifestar.

Anderson Risseto é padre há seis anos e desde 2008 trabalha com assistência a jovens carentes. No ano passado, adolescentes que já haviam deixado a comunidade denunciaram abuso sexual. O Ministério Público mandou investigar.

"As denúncias são consistentes. Além disso, no mandado de busca cumprido nesta terça foram encontrados DVDs e material que confirma o que os jovens denunciaram", disse o delegado responsável pelo caso, Paul Henry Verduraz.

Um dos seis rapazes que fizeram as denúncias contou que, quando tinha 14 anos, foi chamado para ir ao quarto do padre, que estava nu. O jovem disse ainda que foi convencido a terminar um namoro. O padre dizia que tinha que purificá-lo e ameaçava: o rapaz só ficaria na comunidade se tivesse relação sexual com ele.

Em nota, a diocese de Campo Limpo informou que o padre Anderson deixou o trabalho em paróquias, ao pedir renúncia como pároco em março de 2010. No mês seguinte, a Comunidade Missionária Advento foi extinta por decreto pela diocese. Em junho deste ano, o padre foi suspenso, ficando impedido de exercer suas funções sacerdotais.